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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Jonas Brothers nos cinemas.

Lindo! Gostoso!! Viado!!!


Assim como em uma apresentação oficial, encontram-se nas salas as fãs e os haters, esses com várias tentativas frustradas de irritar aquelas que mal dão atenção aos comentários maldosos.

A intenção era de assistir para trocar a indicação feita sobre ‘Anjos e Demônios’, mas os planos mudaram assim que os ingressos foram comprados. O filme já havia começado há alguns minutos, e por trás das portas fechadas podiam-se ouvir gritos de cerca de quarenta garotas cujas idades variavam entre dez e catorze anos.

Se o filme que era para ser um show não apresenta apenas isso, intercalando também cenas de bastidores, passeio dos meninos pela Times Square e até mesmo o clip da música ‘Love is on its way’, as meninas conseguem fazê-lo mais que real. O áudio chega a ser abafado pelas vozes histéricas que cantam a plenos pulmões. É quase impossível encontrar uma cena em que um deles interaja com a câmera, ou eles interajam entre si, sem ter os ouvidos perturbados por berros estridentes.

Já no começo do filme, os irmãos aparecem fugindo de algumas fãs malucas. Lembram-se de todas as vezes em que dizemos “não corram atrás deles, fazê-los pensarem que são loucas não vai levar a lugar algum”? Em meio à fuga é retratada essa mensagem: enquanto eles correm da multidão, uma garotinha está tirando foto dentro do carro, e Nick se abaixa para aparecer junto a ela antes de voltar a se apressar.

Além disso, os adeptos a Jonascest não deveriam perder a oportunidade de ver Kevin e Joe se esfregando no palco. Àqueles que só conhecem uma música: não se iludam, ‘When you look me in the eyes’ não está no filme, que conta com a participação de Demi Lovato e Taylor Swift.

“Eu vou chorar” choraminga a criança ao meu lado. Quem não teve a oportunidade de comparecer aos shows de São Paulo e do Rio de Janeiro, realizados nos dias 23 e 24 de maio, enxugue as lágrimas e dirija-se ao cinema mais próximo. A sensação não é a mesma, mas é de arrepiar.


- Por Cínthia Zagatto.


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sábado, 30 de maio de 2009

McFLY: Culpados ou Inocentes?

Quando se fala de Reino Unido, o estilo musical que vem primeiro à cabeça do público de jornais e revistas é o rock do The Beatles, ou o estilo alternativo do The Libertines. Algumas vezes se é lembrado também do The Strokes. Essas bandas, além de terem em comum o “The” do nome, também são responsáveis pela fama de sucessos na música provenientes do Reino Unido, mais precisamente Inglaterra.

No mundo de hoje é difícil lembrar-se de uma certa banda de quatro integrantes de olhos claros, dentes bonitos, que escrevem sobre amor e tem o humor como melhor amigo. É quase improvável que os adultos de hoje conheçam a banda que tanto faz sucesso no Brasil e na Europa. É raro para eles conhecer o McFLY. A não ser que seus filhos sejam fãs.

A banda composta por Tom Fletcher (vocais/guitarra), Danny Jones (vocais/guitarra), Dougie Poynter (vocais/baixo) e Harry Judd (bateria) está levando o Brasil à loucura. Ou talvez apenas transmitindo um pouco da loucura deles para nós. O McFLY fez seus dois primeiros shows em solo brasileiro no ano de 2008, e voltou neste fim de Maio para “botar para quebrar” como diriam nossos pais, que há alguns meses tiveram o Kiss como atração.

Ano passado a colunista que vos fala teve o imenso prazer de conhecer de perto um pouco mais sobre esses garotos, e dizer que eles são simpáticos, atenciosos e muito engraçados seria pouco. Eles são verdadeiros. São as mesmas carismáticas pessoas que aparecem nos vídeos tanto clicados no youtube.

Mas agora, entrando no assunto principal e relacionado ao Fics de Bandas, contarei aos leitores o que aconteceu no ano passado e algumas coisas por mim presenciadas este ano.

No dia 4 de outubro de 2008, por volta de 150 fãs foram atendidas em uma meeting improvisada no Hotel Hilton. Os meninos ficaram penalizados com as fãs que ficaram o dia inteiro em frente ao Hotel, esperando um aceno ou um abraço. Lá dentro, de dez em dez pessoas, os meninos tiraram fotos, brincaram, autografaram e marcaram a vida de cada uma daquelas pessoas.

No dia 4 de outubro também, uma garota agarrou cada um deles e os beijou à força.

No dia 7 de outubro de 2008, 250 pessoas se encontravam na porta da MTV Brasil, onde os garotos fariam uma entrevistam. No meio de gritarias, lágrimas e câmeras fotográficas, algumas pessoas privilegiadas entraram no prédio para encontrar com a banda. Esperando na recepção, essas pessoas puderam ver a hora da chegada dos meninos, que foram escoltados até dentro da Emissora por seguranças. Mesmo assim, Danny Jones sofreu perda de cabelo e sua camisa teve os botões estourados. Neste mesmo dia, uma fã pôde presenciar o desabafo do guitarrista, e até mesmo pediu desculpas em nome de todas as pessoas que estavam ali fora. Danny, sorrindo, lhe deu um abraço e disse apenas estar acostumado com pessoas pouco mais civilizadas, mas que entendia. E ele realmente parecia entender.

No dia 8 e 9 de outubro, a banda fez shows em São Paulo. Shows que marcaram a vida deles, e as nossas.

E em meio a vans invadidas e escaladas, meninas gritando e chorando, o McFly deixou o Brasil.

É nítido o desapontamento das fãs que não puderam conhecê-los este ano, atribuindo isto à má vontade e estrelismo dos garotos. Mas após todos os fatos que foram por mim presenciados e escritos aqui, eu deixo na mão de cada leitor avaliar se os garotos têm ou não razão em estar sendo guardados 24 horas por dia.

E mesmo inconscientemente, Danny Jones conseguiu animar as fãs que se postaram em frente ao Hilton nesta noite de quarta-feira. Bêbado, andou cambaleando pelo hotel após uma private party. Dougie e Harry também estavam no Canvas, bar do Hotel Hilton, mas em mesa separada do menino de Bolton.

Depois de todos os acontecimentos de 2008, a banda simplesmente foi forçada a ficar no hotel. Por ordem da segurança. Com tantos lugares para freqüentarem à noite na cidade que nunca pára, os garotos ingleses tiveram que se contentar com o pequeno mas aconchegante Canvas.

Então para os fãs, eu repito: Não é má vontade, não é estrelismo. Eles simplesmente não tiveram opção.


- Por Maah Rodrigues.

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sábado, 23 de maio de 2009

Opiniões dos ídolos.

Nós sabemos as nossas. Quais são as deles?


Vocês se lembram do Michael, do Queer as Folk? Um homem que mais aparentava um garotinho; viciado em super-heróis, suportava uma paixão platônica pelo melhor amigo, com autoestima insuficiente... Seu nome é Hal Sparks, e é vocalista e guitarrista de uma banda chamada Zero 1. Entramos em contato com ele para saber sua opinião sobre fanfics. A pergunta foi simples: como você se sentiria ao ser usado como um personagem?, e o que quisemos dizer foi perfeitamente compreendido:

“Eu sempre fui preocupado com fanfics, principalmente por elas serem em sua maioria sobre o Michael, não eu. Os escritores tendem a unir a linha que nos diferencia, e assim misturam meus amigos com meus relacionamentos. Não tenho certeza sobre como me sinto, mas acho que isso não importa. As pessoas estão apenas expressando sua criatividade.”

http://www.youtube.com/watch?v=4V8ZnSLUPX8


Claude Plamondon, atual vocalista e baixista da banda Reset – aquela que começou com Chuck e Pierre do Simple Plan por volta de 1992, foi um pouco mais ingênuo na interpretação. Não levou a resposta para o lado slash, mas essa é uma boa chance para as fãs fluentes em inglês. Aproveitem, ele é bem bonitinho:

“Eu ficaria tocado, se alguém estivesse interessado em mim a ponto de me usar como personagem, contanto que fosse em um bom sentido. Duvido que eu seja interessante ou conhecido o suficiente para isso, mas gostaria de ler caso houvesse alguma estória. Se eu inspirasse uma pessoa desse jeito, me sentiria realizado.”

http://tinyurl.com/qe47hk


Tentei a mesma pergunta com membros de outras bandas. Nada feito, por enquanto.


- Por Cínthia Zagatto.

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